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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Da Marambaia à África: O cinema social presente
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Weyl, o Carpinteiro de Cinema rumo ao Mundial



Quero chamar a atenção para a grandiosidade que é termos um representante do calibre do weyl na 3 Confêrencia Mundial de Cineclubismo.
Parabéns Weyl, tens tido atitudes louvavéis tanto na produção, fomento e criticidade do cinema feito por nós amazônidas, quanto da dicotomia existente entre a produção do possível, daqueles que com muito pouco fazem muito e daqueles que com muito, fazem muito pouco e quando fazem, reproduzem futilidades e a indústria imperialista do cinema.
A ida do Weyl ao evento por sí só já o engrandece, por termos alí um árudo orador em defensa não só do cinema nacional, mas mais ainda do valor de nossa cultura amazônica - desconhecida pelos demais brasileiros - e por consequência daquilo que os "nativos" daqui estão produzindo.
Oxalá que os manos da aldeia global tenham interesse de conhecer e peçam ao nosso representante paraoara cópias de nossos filmes e neles possam conhecer nosso rei do Carimbó (Chama Verequete), a Ilha de Mosqueiro (Poeta da Praia), do Marajó (Resistência Marajoara) e todas nossas ilhas de água doce, únicas no planeta em tamanho e biodiversidade, uma verdadeira pororoca tão bem ilustrada pela nata de nossa animação (Onda da Festa na Pororoca).
Quiça que além de explanar seu discusso radical em favor da cultura popular, dos negros, dos índios, deixem-no andar pra um lado e para o outro com um megafone - como fez outro dia ( e até fale um pouco sobre a ousadia de 80 alunos da escola Temistocles de Araújo e alguns professores, ao produzirem um longa que conta a história da maior e verdadeira revolução popular brasileira (Cabanos).
Agora quero chamar a atenção para o tipo de jornalismo que aqui no Pará é praticado. Muitos daqui, são de fato oriundos de uma cultura vira-lata, sequela de uma visão colonial que não se vê com grandeza, nem tão pouco valoriza a "prata-da-casa", salvo quando os destaques são oriundos da elite branca e bem alimentada, estudante dos colégios tradicionais e que adentrou as faculdades públicas, em vez dos filhos dos trabalhadores, e hoje, pacatos, rendem-se aos desejos da patronal e seus previlégios (?) profissionais.
Falo isso porque vemos babação de ovo quando um atleta, um músico ou até mesmo um cineasta vai apresentar seu talento fora e é aclamado pelos profissionais de mídias e seus patrões à exastão, mas quando é um crítico, filho de trabalhadores, que incomoda mais que agrada, geralmente é ignorado pelas redações que escolhem suas pautas à gosto dos que nunca tiveram apreço pelo potencial da imaginação da arte/cultura popular de fato.
Honrarias ao Cinema Pobre e ao Cinema Marginal!
Parabéns ao Novo Cinema Paraense!
Parabéns à PARACINE, fundada e presidida pelo Chiquinho Weyl, com quem, nós da Marambaia - bairro que criou esta criatura que vos fala e o próprio Chiquinho Weyl - meros coadjuvantes do Projeto Tela de Rua (MOCULMA), dividimos esta emoção de por ele podermos ser representados em Recife-PE, terra do saudoso Chico Science e do Maracatu Atômico.
À todos, nosso agradecimento e votos de um bom debate!
Comunicação, Cultura e Opinião
terça-feira, 29 de junho de 2010
Cinema do povo nas ruas
Apresentado nas ruas de Belém, PA — onde surgiu —, na ilha de Marajó, na Marambaia e em toda região amazônica, o "cinema de rua" reúne o povo e realizadores comprometidos com o cinema nacional, com perfil diferenciado dos de circuitos dos shoppings , 'enlatados', considerado por Francisco Weyl, idealizador e coordenador do projeto, como 'cinema pipoca'.

Nas ruas de Pacajá, Pará, o povo experimenta um cinema que fala de sua cultura e realidade
— O cinema de rua é uma intervenção artística e social, com uma dimensão necessariamente histórica. Essa prática remonta os anos de 1970, quando diversos cineastas brasileiros utilizavam essa ferramenta criadora para registrar as greves operárias, as greves metalúrgicas no ABC. Alguns desses filmes ficavam prontos a tempo de serem exibidos nas assembléias seguintes, o que fortalecia em demasiado a luta política daquele período — explica Francisco Weyl.
— A imagem em movimento tem um poder fabuloso, e essa dimensão histórica do cinema de rua já acontecia na União Soviética, quando operadores de câmera dirigidos pelo Dziga Vertov chegavam aos rincões mais distantes para captar as imagens da revolução em seu processo emergente, ou seja, o cinema de rua se relaciona com o cinema de guerrilha, de resistência, de enfrentamento — acrescenta.
Francisco é poeta e realizador de filmes. Formado em cinema, com especialização em semiótica, se intitula "carpinteiro de poesia e cinema", tendo seu maior prazer nas exibições gratuitas em ruas e praças de Belém, assim como muitas outras cidades que tem projetos considerados parceiros.
— Quando montamos o 'circo' na rua, instalando o projetor, a caixa de som, o telão, etc, naturalmente chamamos a atenção dos transeuntes, tendo eles sido ou não previamente comunicados daquela ação. Imediatamente há uma ruptura com o conjunto de estruturas subjacentes que estão no ciclo do grande cinema, o cinema industrial, que limita a criatividade humana, como simples expectador — explica Francisco.
— A cidade com seus cidadãos passa a compor o cenário do filme ao mesmo tempo em que se desenha um novo cenário desse mesmo filme, feito desde e neste encontro confronto/convergência. É o cinema chegando até as gentes para as quais a arte deve ser direcionada — continua.
Criar e exibir bons filmes
Para Francisco "cinema na rua" quer dizer "cinema do povo", motivo pelo qual a responsabilidade de quem desenvolve essa prática é muito grande.
— Diariamente nós aqui da região somos bombardeados por um conjunto de imagens, através da televisão, da publicidade, ou dos grandes cinemas. Então nos interessa discutir esteticamente se a nossa produção está de acordo com uma nova linguagem ou se estamos apenas reproduzindo esses padrões, que afinal de contas têm nos usurpado culturalmente — declara.
— Particularmente na qualidade de realizador que sou, tenho um compromisso com a minha cultura, com o meu país, com a minha cidade, com a periferia, de cinema para o povo, com compromisso ético, com perfil bem diferenciado do grande cinema narrativo, do puro entretenimento, 'enlatados', o que chamo de 'cinema pipoca'. Levamos para as ruas filmes feitos com critérios que não é o do lucro financeiro — continua.
O cinema de rua exibe filmes de realizadores da região, ligados aos projetos de outros locais e também de grandes nomes do cinema nacional.
— Mostramos Gláuber Rocha, Eduardo Coutinho, Nélson Pereira dos Santos, e outros sensacionais. Também apresentamos obras como: Brasil para trás, documentário sobre o golpe militar em que registrei o ex-preso político e torturado, Humberto Cunha; Contra corrente filme que fiz com o jornalista Luís Carlos Pinto sobre liberdade de expressão; Patativa do Assaré, do Rosemberg Cariry; Chama Verequete, do Luís Arnaldo, sobre o mestre Verequete, considerado o rei do carimbó, entre muitos outros. No final de cada sessão realizamos debates — relata.
Francisco, que também coordena o Cineclube Amazonas Douro e sempre está ligado a movimentos de resistência cultural, tem como parceiro vários outros grupos que seguem a mesma linha de lutas, dentro e fora de Belém.
— Levo para os locais todo o maquinário, meu projetor, os filmes, os cabos, minha câmera de filmar e de fotografar e vou registrando tudo e colocando para circular na internet. E vamos abrindo essas fontes em um abraço com comunidades em favor da nossa cultura. Recentemente realizamos sete oficinas de cinema e tivemos como resultado nove obras audiovisuais coletivas — comenta com alegria.
— Nossa proposta é trabalhar com a organização de coletivos, visando desaparecer a figura individualista do realizador, colocando na cabeça da moçada que qualquer cidadão pode ser artista, realizador de filmes. E não é porque nossa região é praticamente excluída de verbas do Ministério da Cultura que não produzimos arte. Temos uma grande e rica produção literária, cênica e fílmica aqui na nossa região amazônica — expõe.
Esse trabalho é considerado como vocacional por Francisco e seus companheiros, que o fazem com muita dedicação e coração.
— Sem nenhum tipo de apoio, por exemplo, o realizador Márcio Barradas já fez dois longas e cerca de cinco curtas. Também um professor de Marambaia fez uma pesquisa sobre a cabanagem, o que resultou em um filme falando da revolução cabana, com a participação de 65 alunos, sem um centavo de instituição alguma. Enquanto querem submeter a todos ao 'cinema pipoca' tem um grupo de pessoas realizando um trabalho sério e lutando bravamente para preservar nossos valores — conta.
Por Rosa Minine no http://www.anovademocracia.com.br
quinta-feira, 18 de março de 2010
Matinta X Cabanagem: cinema e luta de classes na Amazônia
A notícia de que o projeto CINESCOLA, projeto guerreiro e guerrilheiro, realizou o filme CABANOS (1h43min) com cerca de 70 estudantes da escola pública Temístocles de Araujo – com rodagens em Curuçá, Abaetetuba, Ilha das Onças e Cidade Velha - apenas emerge o que sempre soube: que a Marambaia é pólo de produção cultural e de criação artística. E nomes não lhe faltam: Cuité, Tomé, Pão, Mika, Weyl, Caeté, Clei de Souza, Marko da Lama, Buscapé, Sebastian, e tantos outros que agora me escapam.
Mas o essencial a ser dito aqui é que o professor SEBASTIÃO PEREIRA realizou este projeto sem nenhum centavo de ninguém. Ao contrário, alguns projetos relacionados ao cinema (festivais e filmes) gastam fortunas, tem apoios de leis e empresas, mas não tem nenhum compromisso com a HISTÓRIA da Amazônia. É fato: a luta de classes também se revela no cinema amazônida.
(...) A Amazônia tem sido plateau de diversas produções cinematográficas, muitas das quais mediatizadas pela indústria cultural e outras por esta renegada. A indústria sabemo-lo, articula-se ao mercado e às respectivas cadeias produtivas que compõem o setor audiovisual, que não tem a menor condição de se desenvolver nesta Região, tratada com IRRESPONSABILIDADE pelos poderes públicos e grandes projetos e empresas que – sem nenhum compromisso com a Amazônia – investem o lucro daqui recolhido em outros centros e praças, nacionais e internacionais.
Este plateau amazônico, entretanto, ele confere certo glamour às grandes produções, até porque afinal de contas, o meio ambiente e a floresta estão em moda, sendo politicamente correto abordá-los, ainda que de relance. Logo, fazer um filme ou um festival de cinema na Amazônia pode render dividendos a quem se arrisca a esta aventura. As Leis escancaram suas portas e as empresas pegam carona nas vantagens por elas oferecidas.
E há sempre produtor de plantão para assinar um projeto cultural de carta marcada cujo objetivo final será sempre a publicidade de uma marca.
Paralelamente, artistas e verdadeiros criadores vem produzindo o que eu posso denominar de gramatologia fílmica amazônida. São pessoas articuladas a entidades culturais e pontos de cultura que tiveram acesso às ferramentas audiovisuais e montam filmes que resultam de oficinas de formação ou mesmo a partir de meras capturas aleatórias de preciosos momentos que tornam estas entidades no cerne da produção cinematográfica, cineclubista e audiovisual amazônida.
É uma onda tsunâmica que rebenta na superfície do oceano o que vem rebentando nas suas profundezas. É a insubordinação e insubmissão de seres humanos com potencial crítico, oriundos dos movimentos sociais e agregados aos movimentos sociais que não abrem mão de construir e escrever com a câmera de filmar uma nova HISTÓRIA. Este choque se estabelece de várias formas e possui vários matizes, alguns dos quais aqui abordados.
Estas são as duas imagens do filme da luta de classes que se processa no coração da Amazônia: Mito X História. Mito e História são dois lados de uma mesma moeda. De troca. Pois que se t®ocam entre si, de forma que – perplexos – nem conseguimos identificar onde um é um e o outro é o outro. Nesta fusão simbiótica, Mito e História tornam-se uma coisa só, mas apesar de (IN)diferenciados, eles possuem – cada um – características próprias que fazem com que eles sejam o que são, no que de fato os diferencia.
De um lado, o mito, com toda a sua pujança e com o que ele tem de mais fecundo nos processos de construção do inconsciente coletivo amazônida-paraoara, onde afinal de contas nascem e se refazem, chocam-se e se fragilizam as imagens e os imaginários das culturas populares, as suas narrativas, as quais, muitas vezes se redimensionam – pela via mítica - para que possamos ver o que afinal de contas éramos proibidos de olhar.
De outro lado, a História, remodelada sob a ótica dos colonizadores que ignoram sejam os processos de conquistas políticas das classes excluídas, sejam as contribuições culturais dos povos que já aqui habitavam antes mesmo da chegada dos brancos, como a civilização pré-colombiana marajoara, as etnias indígenas, e os negros com os seus ensinamentos africanos, patrimônios imateriais do que hoje é a Amazônia na sua plenitude continental.
Se nós podemos dizer que há uma tradição revolucionária no cinema amazônida, por força temos que nos referir aos índios que vem pegando em câmeras e fazendo docs a partir de seus próprios olhares, transportando e importando as suas formas de ver e viver o mundo para as obras que vem realizando. Sem dúvidas, os índios são os criadores de um novo cinema amazônida, enquanto que nós, os brancos mestiços, vamos ficando condenados a esta pasteurização “medióta” (mistura de mídia com idiota), até porque não existe uma “escola” estética do cinema amazônida.
Alguns motivos de ainda não ter sido constituída uma linguagem cinematográfica amazônica:
1. Produtores e criadores de tais linguagens se recusam em aprofundá-la na sua grandeza estética;
2. Produtores e criadores de tais linguagens se recusam em aprofundá-la na sua grandeza estética porque não passam de meros reprodutores de padrões e regras que afinal de contas são responsáveis pela colonização fílmico-imagética da Amazônia;
3. Produtores e criadores de tais linguagens estão mais interessados no mercado do que na mata propriamente dita;
Enquanto consumimos uma produção audiovisual que não é criada e nem produzida - nem aqui e nem por quem aqui habita ou já aqui habitou, “VEMOS (?)” a Amazônia sob esta ótica que lhe é exterior. E consumimos imagens que na verdade foram usurpadas à nossa tradição cultural sob o signo de um processo danoso, de destruição e colonização, sendo, portanto, natural que acabemos por representar estas mesmas imagens em nossos escassos repertórios - de forma medíocre, já que não vamos além das regras que – apesar de impostas – aceitamos como se fôssemos condenados a ser colonizados.
PS: O Filme CABANOS estreia dia 27 de março no OLÍMPIA. Acessem e vejam trecho aqui: http://www.youtube.com/watch?
Por © Francisco Weyl
Carpinteiro de Poesia e de Cinema
Belém, 18 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
MOCULMA e INOVACINE reverenciam o negro no cinema
Instituído como o Dia Municipal e Estadual da Umbanda e dos cultos afro-religiosos de Belém e do Estado do Pará, 18 de março é uma data que registra e resgata a memória da luta de Mãe Doca, que fez rufar os seus tambores em louvor aos Deuses africanos e indígenas por ela cultuados. Por esse motivo, o INOVACINE, em parceira com o MOCULMA - Movimento Cultural da Marambaia, realiza a oficina de formação cineclubista “O negro no cinema de Nelson Pereira dos Santos”.

O evento, que acontece entre os dias 15 e 17 de março, na escola pública República de Portugal, integra uma série de ações organizadas pelo Instituto Nangetu; ACAOÃ; Konsenzala de Kafungê; ACIYOMI; FEUCABEP; Casa Brasil África e GEAAM/ UFPA; Rundembo Ngunzo de Bamburrucema, AFAIA; INTECAB-PA; GARRA; Terreiro Dois Irmãos; Terreiro de Nagô de Iemanjá; Mawukwe Toy Vodunnon Aluísio de Lissá.
De acordo com o artista afro-religioso Arthur Leandro, a data demarca um campo de organização e luta do segmento afro-religioso pelo direito à livre expressão, contra a intolerância religiosa e pelo direito à cidadania. Ele diz que mesmo enfrentando a repressão e perseguições de aparatos policiais, Mãe Doca nunca abriu mão de reverenciar em culto às suas divindades.
Arthur Leandro, Artísta e Afroreligioso, vê no cineclubismo um caminho para a luta contra a uniformização e a intolelância religiosa através da formação cultural das novas gerações.
“Ao praticar ritos de matrizes culturais africanas e indígenas, Mãe Doca é o símbolo da resistência contra o preconceito e a intolerância, e também da preservação das diversas cosmologias e dos conhecimentos tradicionais de povos minoritários”, afirma.

OFICINA TEMÁTICA - Aberta à comunidade, a oficina vai abordar a prática cineclubista e ao mesmo tempo focar a temática étnica, mediante a exibição e abordagens críticas de filmes como O AMULETO DE OGUM, TENDA DOS MILAGRES e RIO ZONA NORTE (todos de Nelson Pereira dos Santos) e ainda BARRAVENTO (que é de Glauber Rocha, mas que tem a montagem de Nelson).
O coordenador do INOVACINE, Francisco Weyl, informa que esta é a primeira oficina temática do projeto, que realiza sessões cineclubistas em pontos de cultura e infocentros do programa NavegaPará. Ele acredita que o INOVACINE está a se solidificar como um projeto de raízes comunitárias.
“Acabamos de sair da Teia da Cultura Amazônica, onde os pontos de cultura nos receberam de braços abertos, e, agora, chegamos à Marambaia, que tem um movimento social forte e criadores de densa produção, ou seja, estas parcerias abrem caminhos para que as comunidades possam ter acesso e produzam elas próprias uma nova cultura audiovisual”.
Esta não é a primeira vez que a Fapespa apóia os movimentos sociais. Ano passado, a Fundação fez parceria com o Fórum dos povos e das comunidades tradicionais e coordenou um seminário no projeto Casa de Caboco, durante o Fórum Social Mundial.
A programação integra a programação do projeto Tela de Rua em comemoração ao aniversário de 16 anos do MOCULMA - Movimento Cultural da Marambaia.
SERVIÇO: Oficina de formação cineclubista O NEGRO NO CINEMA DE NELSON PEREIRA DOS SANTOS.
Período: 15, 16 e 17 de março de 2010.
Horário: 15 às 18h.
Local: Escola República de Portugal (Rua Anchieta, próximo final da linha Djalma Dutra). Em comemoração ao Dia Municipal e Estadual da Umbanda e dos cultos afro-religiosos de Belém e do Estado do Pará.
Organização: MOCULMA e INOVACINE. Coordenação: Francisco Weyl, Mateus Moura e Miguel Haoni.
Parceira: Associação Paraense dos Jovens Críticos de Cinema, APJCC; Cineclube Amazonas Douro.
Informações: 8179-6684 e/ou moculma@gmail.com
Ascom/Fapespa/Assessoria de Imprensa MOCULMA.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Tela de Rua - Retrospectiva 2009
O Movimento Cultural da Marambaia (MOCULMA) realizou a projeção dos filmes “O Mastro” (documentário média-metragem) e “A poeta da praia” (ficção – longa), ambos produzidos este ano, na Ilha de Mosqueiro, pelo realizador independente Márcio Barradas. A sessão aconteceram no dia 15 de dezembro do ano passado (2009), no âmbito do projeto “Tela de Rua”, realizado na Praça Tancredo Neves, bairro da Marambaia.
Na abertura da programação do projeto, houve a intervenção poética de Caeté, intitulada “Manifesto Apostolado da Poesia”.
Apoio: Cineclube Amazonas Douro / Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema.



